PIB do Maranhão chega a 10% em 2017

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O Brasil teve um Pibinho no ano de 2017. Na casa de 1%. No Maranhão, este número foi multiplicado por 10.

Uma prova clara que a política econômica da dupla Temer-Meireles é mais do que temerária. É para lesar a pátria amada.

O governador do Maranhão Flávio Dino faz a diferença, diminuindo os efeitos da crise brasileira.

Saiba mais na reportagem abaixo da Agência Secap.

Frederico Luiz

Incentivos à produção garantiram aumento de 10% no PIB do Maranhão

Com os investimentos realizados pelo Governo do Estado, o Maranhão tem apresentado um cenário mais positivo em relação à economia apesar da crise existente. Exemplo disso é que o PIB do Maranhão cresceu quase dez vezes mais do que o resto do país em 2017. Os dados são do relatório feito pelo Itaú Unibanco publicado nesse sábado (10) pelo jornal Folha de São Paulo. O Maranhão cresceu 9,7% em 2017, enquanto no resto do país essa média foi de 1%.

O resultado favorável foi impulsionado pela boa safra de grãos e pela extração mineral que puxaram o crescimento econômico no Maranhão em 2017. Isso foi possível a partir de incentivos fiscais como, por exemplo, a redução de 12% para 2% nas alíquotas do ICMS para a soja, milho, milheto e sorgo. Com isso, os produtores tiveram um ganho de pelo menos 10%.

“As mudanças implementadas pelo governo Flávio Dino modificaram e tornaram o ambiente de negócios no Maranhão mais justo e totalmente transparente. São muitos gargalos que, há décadas, prejudicaram o crescimento econômico no Maranhão. Estamos travando uma verdadeira guerra para dar fluidez aos negócios em todos os segmentos no Estado. Medidas de ajustes tributários voltadas a segmentos econômicos, diálogo aberto e permanente com a classe empresarial e a disposição e entusiasmo para enfrentar os desafios contribuíram significativamente com o aumento do nosso PIB neste momento tão dramático de crise econômica nacional”, detalha o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo.

Outro levantamento realizado pela Folha de São Paulo mostra que o Maranhão foi o que mais aumentou o total de recursos públicos investidos, passando de R$ 874 milhões em 2016 para R$ 1,175 bilhão em 2017, um aumento de 26%. Para 2018, o Governo do Estado já previu investimentos públicos da ordem de R$ 1 bilhão. Esse montante deve ampliar e ajudar a consolidar programas já desenvolvidos pelo governo em áreas como educação, saúde, infraestrutura e segurança pública. Considerando todo o período desde o início da atual gestão, já foram aplicados R$2,6 bilhão em obras e serviços do Executivo Estadual.

O secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser, observa que esse conjunto de investimentos determinados pelo governador Flávio Dino ocorrem de forma simultânea e integrada, sendo inéditos na história do Maranhão, o que está garantindo avanços em todas as áreas, incluindo o setor agropecuário, que agora possui estradas que possibilitam escoar a produção, tributação justa aos produtores e participação popular, ouvindo as demandas do setor e buscando soluções.

“Esse crescimento do setor agropecuário maranhense se deve a uma série de fatores, incluindo as nossas condições favoráveis de clima, de solo, de chuva, nossa logística privilegiada com porto, ferrovias e rodovias. É fundamental nesse processo a força, determinação e investimento do nosso produtor rural e as inúmeras ações que o Governo do Estado vem fazendo nesses últimos anos. Temos o programa Mais Produção, a simplificação do licenciamento ambiental, revisão tributária, investimentos em infraestrutura com a construção e manutenção de centenas de quilômetros de estradas e o diálogo permanente com o setor buscando sempre soluções para as dificuldades e gargalos”, enumera Márcio Honaiser.

PIB das Regiões

O desempenho do Maranhão também se destaca dentro da região Nordeste. O estudo do Itaú Unibanco mostra que em 2017 o Nordeste teve 1,7% como média de crescimento do PIB, enquanto o Maranhão obteve o crescimento de 9,7%. O Sudeste foi a única região a ter queda do PIB em 2017, de 0,7%. O Sul liderou o crescimento, com alta de 3,4%. Em seguida, vêm o Norte (2,6%), Centro-Oeste (2,4%) e Nordeste.

A previsão do banco Itaú é de que em 2018 haja uma alta de até 3% do PIB em todo o país.

Izabella Silveira
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