Sapo-tanoeiro substitui Pato Manco, na Fiesp

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Enfunando os papos, / Saem da penumbra, / Aos pulos, os sapos. / A luz os deslumbra. /// Em ronco que aterra, / Berra o sapo-boi: / – “Meu pai foi à guerra!” / – “Não foi!” – “Foi!” – “Não foi!”. /// O sapo-tanoeiro, / Parnasiano aguado, / Diz: – “Meu cancioneiro / É bem martelado. (…)/// (Manoel Bandeira, Os Sapos)

Após o desgaste do Pato Manco, plagiado da Europa Nórdica, a Fiesp tirou de cena o Patureba. O povo pagou o pato com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Agora, vamos ser obrigados a engolir o sapo!

Manoel Bandeira ensina que o sapo-tanoeiro é extremamente aguado e difícil de engolir. Mas, ele martela e pode seduzir mentes e corações a exemplo do seu colega de penas.

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Conforme explicou a colunista Mônica Bérgamo, o sapo-tanoeiro será exposto na Avenida Paulista, da mesma forma que o já famoso pato que ganhou as ruas do País em 2016.

Sapo-tanoeiro é um farsante

O que conforta é o fato da história jamais se repetir. Primeiro, a tragédia, com a assunção do presidente Temer, Pato Manco. Depois, a farsa, como este sapo-tanoeiro.

Até quando os sapos-cururus, bem mais numeroso que seus pares tanoeiros, permanecerão sem glória e sem fé. Resignando-se com o frio da Beira do Rio…

Frederico Luiz
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