Vídeo: Corso completa 10 anos em Timon

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Prefeitura é parceira do tradicional Corso do Parque Alvorada 2017

Levando alegria para festa de carnaval dos timonenses, a Prefeitura de Timon-MA será parceria em mais uma edição do Corso da grande região do Parque Alvorada, que acontecerá no dia 28 de fevereiro, com desfile de carros enfeitados e shows na Avenida Principal do bairro, a partir das 16h. Além de muita diversão, o evento premiará o melhor bloco/carro decorado e a melhor fantasia.

A região, que engloba diversas outros bairros, já tem seu tradicional carnaval de rua há muitos anos e a parceria da gestão municipal vai garantir a segurança e demais serviços, como iluminação das vias, saúde, ambulância e a contribuição do DMTRANS para organizar o trânsito por onde o corso irá passar. A festa recebeu patrocínio de uma marca de cerveja nacional, que contribuiu financeiramente para montagem da estrutura e premiação do concurso.


Além do desfile de carros e blocos, os foliões iram assistir shows das bandas ConecCia, SS Black, Netinho Santos e Banda do Elephante.

Confira as premiações:
Bloco - Carro Decorado
1° Lugar: 4 Conjuntos de mesa, 17 caixas de cerveja, 3 caixas de refrigerante (Todos Latinha)

Fantasia
1° Lugar: 1 conjunto de mesa, 3 caixas de cerveja, 1 caixa de refrigerante.

Tarsila Machado

História do corso no Brasil

Antes do surgimento dos automóveis, o desfile de corsos já existia em algumas cidades, tais como Recife e Olinda, onde era composto por carros puxados a cavalo, tais como cabriolés, aranhas (carruagens leves de duas rodas), charretes, entre outros modelos.

O corso era o mais difundido evento do carnaval carioca na primeira década do século XX, ocupando todo eixo carnavalesco durante os três dias de folia e abrindo espaço somente (e mesmo assim em horários predeterminados) para os grupos populares (chamados genericamente de ranchos) na noite de segunda-feira e para as Grandes Sociedades, na noite da terça-feira gorda.

Os grandes centros urbanos brasileiros rapidamente aderiram à moda surgida na capital e passaram a apresentar corsos em suas principais artérias durante o carnaval. Uma importante divulgação do corso aconteceu durante o carnaval de 1907, quando as filhas do então presidente Afonso Pena, fizeram um passeio no automóvel presidencial, pela Avenida Beira-Mar, no Rio de Janeiro.

Segundo Eneida de Moraes, autora do livro História do carnaval carioca, a popularização dos automóveis afastou os foliões das classes alta e média, e nos anos 40, o corso acabaria desaparecendo. Felipe Ferreira, em seu O livro de ouro do carnaval brasileiro, sugere que o surgimento de bailes exclusivos para elite (como o famoso Baile do Municipal) após a organização oficial do carnaval carioca em 1932, teve papel determinante na decadência do corso. Já para o radialista Almirante, a decadência do corso no Rio de Janeiro começou a partir de 1935, devido à diminuição de carros abertos ou conversíveis com capotas de lona, que segundo ele, praticamente pararam de ser fabricados, o que fez com que as duas filas de automóveis que desfilavam da Praça Mauá até o Pavilhão Mourisco, em Botafogo, foram gradativamente diminuindo. O cronista também relaciona a decadência dos grupos ao fato de que a polícia teria passado a permitir que caminhões enfeitados e com muitos foliões nas carrocerias participasem do corso, o que teria inibido os brincantes tradicionais.

No entanto, até a década de 1960, corsos podiam ser observados em algumas cidades do interior do Brasil. A brincadeira ainda é revivida ocasionalmente, de forma comemorativa, em algumas cidades do país, como em Vitória (Espírito Santo), no ano de 2010.

Já Teresina possui o maior desfile do gênero no mundo.

Wikipédia



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