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Após 125 anos, Maranhão de @FlavioDino criminaliza corsários

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Frederico Luiz

Cinco de outubro de 2014: este é o dia da adesão do nosso estado à República. Bem antes, em 28 de julho de 1823, foi o dia da adesão do estado à Monarquia brasileira em detrimento da portuguesa. A independência nacional foi decretada às margens do Ipiranga no dia 7 de setembro de 1822.

A nossa adesão aconteceu graças aos canhões do corsário escocês Lorde Thomas Alexander Cochrane, 10º conde de Dundonald e 1º Marquês do Maranhão que recebeu uma bela quantia em ouro e pedras preciosas pelos seus serviços,

Alberto Youssef
Alberto Youssef: jamais este moderno corsário teria abertura no Maranhão republicano de Flávio Dino
Na Monarquia era assim, além da Marinha oficial havia os corsários, uma espécie de marinha extraoficial. À margem de marinheiros oficiais, corsários e piratas coexistiam nos 7 mares.

Os corsários eram figuras prestigiadas, verdadeiros lordes. Bem diferente dos piratas. Faziam as operações ilegais, e com seus saques e combates, tratavam de modificar a estrutura da sociedade, empobrecendo países para a manutenção da superestrutura de outros com seus reis, príncipes, duques, marqueses, condes e barões.

Com o advento da República, corsários passaram a ser considerados tão prejudiciais às nações quanto os piratas. Ou seja, doleiros que operam para o governo do Maranhão, fraudadores de licitação, construtores de obras fantasmas como a rodovia Arame-Paulo Ramos, lordes que circulam no 'Grand Monde' são tão criminosos quanto os integrantes do Bando dos 40, do Primeiro Comando do Maranhão, Primeiro Comando do Interior, Bonde dos 100 e Anjos da Morte recolhidos em Pedrinhas.

Nesta segunda, 17, o Roda Vida da TV Cultura de São Paulo, a partir das 22h no HBV e 21h por aqui, tem o governador eleito Flávio Dino como convidado. Então, poderemos comprovar a adesão do nosso estado à República, 125 anos após proclamada nos demais estados em 15 de novembro de 1889.
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