O plano de Veja para vender revistas

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A versão tupiniquim dos nazi-fascistas era travestida como integralista, lá no século passado. Atualmente, são chamados de Coxinhas. Eles tem um hábito em comum, comprar a Veja na banca, aos sábados. E reabastecer seu arsenal para vociferar por toda a semana. Após o golpe, esse hábito caiu, mas a revista tem seus truques e esta semana apronta mais uma isca.

No portal da Veja é apresentado parte de uma matéria que promete escandalizar, a fuga do ex-presidente Lula, desmentida por ele e pela embaixadora da Itália no Brasil. Porém, vender revistas é preciso, dar as versões próximas dos fatos não é preciso.

Qualquer isca pega um Coxinha. Basta balançar a linha e o anzol e lá vem eles... em cardumes...


Nestes dias eles vão dizer que a edição eletrônica da Veja é limitada...

Relembre a reportagem de 2014 que nem requentaram. Afinal, Coxinha digere assim mesmo, azeda e apodrecida. Agth!

Desmentida 24 horas depois pela 'fonte' da Veja:

Frederico Luiz
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