MBL: oonheça a fábrica de Fake News

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O MBL (Movimento Brasil Livre) foi badaladíssimo pela mídia brasileira, quando era útil para promover o impeachment de Dilma Rousseff.

Kim Kataguiri, um dos “expoentes” do movimento, tornou-se colunista da Folha de S. Paulo.

Fernando Holiday elegeu-se vereador em São Paulo.

Renan Santos teve livre acesso aos microfones das emissoras de TV.

Mas, os ventos mudaram.

Primeiro a Folha, depois O Globo e agora a revista Veja resolveram investigar o MBL.

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A Veja, ela mesma, quem diria, na edição deste final de semana denuncia o movimento como produtor de fake news.

A reportagem, assinada por Eduardo Gonçalves, sugere que as finanças do Movimento Brasil Livre são obscuras e que a posição política do grupo flutua, como se fosse uma “máquina de marketing” de aluguel: primeiro João Doria, depois Jair Bolsonaro e agora Flávio Rocha, o dono da Riachuelo, flertaram com o movimento.

A revista atribui ao MBL uma fake news que viralizou, segundo a qual cubanos teriam virado de costas durante o funeral de Fidel Castro, numa forma de protesto.

O Ilisp, que se apresenta como think tank de liberais de São Paulo, chegou a denunciar a Folha e o G1 por borrarem de propósito a fotografia que registrava o acontecimento, em Santiago de Cuba.

Mas, sites dedicados a desmascarar os mentirosos em rede demonstraram que as pessoas que aparecem de costas (ver fotos acima), na verdade, eram voluntários que formavam uma barreira de proteção ao cortejo.

Segundo a reportagem, o MBL tem um gasto fixo de R$ 40 mil mensais para impulsionar suas publicações no Facebook, uma enormidade, que ajuda a explicar o alcance das postagens do grupo.

A Veja vai além.

Trapaça do MBL

Diz que, em 2016, depois que as ocupações de escolas no Paraná por secundaristas arrefeceram, o MBL pagou pela instalação de um outdoor com elogios à sua própria atuação — e em seguida promoveu a vandalização do outdoor para posar de vítima.

Um dos organizadores do MBL, Kim Kataguiri, rebateu: “É um jogo sujo que a imprensa está fazendo, é um jogo sujo que o establishment está fazendo. Insinuando ainda que o MBL se vende. Quem se vende mesmo, e todo mundo sabe, é a Veja. Que sempre fez matéria encomendada. O engraçado é que ela nunca ataca o seu maior financiador: o governador Geraldo Alckmin”.

Afinal, quem está mentindo nesta polêmica?

Considerando o histórico de ambos, provavelmente os dois.

Viomundo
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