Coxinhas: sobram os vilões para eles

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O assassinato da vereadora carioca do PSOL, Marielle Franco, trouxe à tona uma debilidade dos coxinhas daqui. Faltam heróis para eles. Ao contrário, sobram vilões. Foram eles que tentaram transformar a história nessa dicotomia entre o bem e o mal. No Brasil, estão embaraçados na sua própria linha.

Por isso, os coxinhas agarram-se em Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. E sonham com a eleição de Jair Bolsonaro para presidente do Brasil.

Ainda pensam que foram eles, em vez do capital transnacional que provocaram o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Pigmeus do Bolevard se juntam a napoleões retintos e barões famintos formam a tropa de choque da extrema-direita. Jamais venceram uma eleição no Brasil e sempre precisaram de golpes para alçarem o poder.

O assassinato de Marielle Franco trouxeram de volta à cena esses frustrados. Tentaram vilanizar a vítima. Calúnias das mais baixas foram difundidas por uma desembargadora do RJ e por um deputado federal do DEM. Deram com os burros na água.

Coxinhas sonham com novo golpe

Os golpistas ainda sonham com outro golpe. As pesquisas demonstram a fraqueza dos seus nomes para a eleição presidencial deste ano. Pretendem prorrogar o golpe Pró-Temer. Porém, momentaneamente, estão sem apoio internacional para perpetuar o interventor e a vilania. Ontem, no Fantástico, a Rede Globo, porta-voz e dependente do capital transnacional demonstrou esse fato durante o Fantástico.

Mesmo esses poderosos têm dificuldades em recolocar o Gênio na garrafa. Para sorte do povo brasileiro.

Frederico Luiz
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