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Lançada a campanha “Vice-Governador Tem de Ser de Imperatriz”

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No auditório do Centro de Convenções de Imperatriz foi lançada a campanha Vice-Governador Tem de Ser de Imperatriz. O evento aconteceu na última quinta-feira, dia 20 e foi seguido de café-da-manhã.

Para Atenágoras Reis, o idealizador do projeto, um dos motivos é fazer com que a cidade seja valorizada por ser a segunda maior cidade do estado em seus diversos aspectos e ter o segundo maior colégio eleitoral; e por ser uma cidade que se irradia em outros municípios vizinhos, essa campanha ajuda até na eleição da chapa majoritária.

“Esta é uma campanha, com respeito, pela situação política da cidade. Entende-se, até por parte das entidades, que, se Imperatriz indicar o segundo mandatário, a cidade vai participar das decisões políticas, já que são feitas por homens e acreditamos que os homens daqui têm de estar diante das decisões do futuro do estado. A conversa com dirigentes políticos teve um bom resultado, e todos sentiram a necessidade e importância desse cargo junto à estratégia da campanha ‘Vice-Governador Tem de Ser de Imperatriz’. Portanto, vamos nos unir e ter consciência desse momento eleitoral por que o nosso futuro é decidido pela política e pelos políticos. Vamos nos atentar e cobrar deles para que tenhamos boa representatividade”, ressalta Atenágoras.

Para o empresário Fernando Antunes, pré-candidato a deputado federal, a campanha é fundamental por que vem o povo para participar e é necessária para que o próprio povo se mobilize e valorize a região com o seu brado, seu grito, sua vontade, sua garra, e dizer o que realmente queremos. Acredito que isso seja a consolidação do que foi iniciado em 2006, e se proliferará através dos anos vindo mais tarde ate á fazer maiores reivindicações do que vice-governador.

“Este pode ser um dos motivos até para influenciar na vitória ou derrota do candidato a chapa majoritária estadual. Espero que o povo abrace esta causa e comece a lutar pelo que é certo e bom pela cidade e pelo estado maranhense” observa Fernando.

O vereador Edmilson Sanches (imagem ao lado), ao citar a história de Imperatriz, disse que após quatro anos de fundação, a cidade teve uma reação contrária por parte da capital, São Luis. O governador, que antes era chamado de presidente provinciano, negou-se a assinar a lei que criara o município de Imperatriz.

“Este movimento não é de repartição, divisão ou secessão, pelo contrário, serve para estimular a participação. A cidade não pode se comportar como quem não sabe a força que tem e que se deixa tirar o couro e escalpelar. Imperatriz precisa saber de sua força. Diferentemente de outras lideranças, creio, que, mesmo timidamente, já deveríamos ter lançado um candidato a governador. Poderíamos estar nessa disputa há algum tempo. É uma questão de vontade. Digo que mais do que a união que faz a força é preciso ter força de vontade para permanecer na união desse movimento”, destaca Sanches.

Com informações de Marcelo Pereira
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