Mais IDH, Mais Asfalto, Mais Saúde, as bombas atômicas do MA

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Não deu mais para esconder. O Maranhão tem a bomba atômica. Desde que tomou posse, o governador do Maranhão Flávio Dino tinha esse sonho e agora conseguiu. Fontes garantem que a tecnologia veio de Israel, a terra santa. O dinheiro, de Fort Knoxx onde fica o depósito de ouro dos Estados Unidos.

Conforme explica o secretário de comunicação e articulação política, Márcio Jerry, o bruxo bonzinho do governo, a bomba é para combater o inimigo interno cuja fortaleza está do outro lado da Ponte daquele cujo nome não deve ser pronunciado, mas pode ser escrito: Lord Voldemort.

O presidente dos EE.UU, Donald Trump reagiu pelo Twiter: "Uma quantia foi subtraída de Fort Knoxx, dá para asfaltar o Maranhão inteiro, construir hospitais macrorregionais e escolas dignas no lugar daquelas de palhas, gerar emprego e renda... Argt! Agora, com a bomba, nada podemos fazer senão nos resignar", disse.

Assim que é a nova geopolítica do Maranhão. Desde o Mais IDH, começaram os primeiros testes. Até o domínio completo da tecnologia.

"Vamos fazer uso destas bombas sem moderação. Queria tanto nestes dias doente, de virose altamente contagiosa, receber visitas dos meus adversários. Para demonstrar todo o meu carinho por eles, falar bem pertinho deles, apertar suas mãos. Eles tomariam água no mesmo copo que eu tomei, para simbolizar a paz e a harmonia", postou Flávio Dino no Facebok.

João Estrada Branco, Um Conto de Réis
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