Bandeira branca, aliados de prefeito pedem paz; conta Carlos Gaby

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Armístico! Clamam defensores do prefeito Assis Ramos

Dar uma trégua ao prefeito Assis Ramos. É o que pregam aliados do gestor municipal em resposta às críticas e a forte oposição que seu governo vem enfrentando antes mesmo de completar dois meses.

Os 100 dias de governo é um número simbólico, mas, segundo os defensores do prefeito, é o tempo mínimo para se tomar uma posição mais, ou menos, crítica ao seu perfil.

A justificativa dos que defendem um acordo de cavalheiros é que a situação de caos independe, em parte, da vontade ou não do prefeito.

As fortes chuvas que transformaram a cidade em terra arrasada, em parte entende-se como um castigo dos céus, segundo eles, sem juízo de valor.

Mas, em outras áreas a administração ainda patina. Uma constatação disse é que, diante de uma comissão de vereadores, o presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL), Luís Gomes Júnior, admitiu que havia apenas um processo licitatório em andamento, o do Carnaval.

Boa vontade, o governo tem. Boa vontade com o governo, é que o querem os defensores do prefeito. Mas qual o gesto do Palácio Renato Moreira?

Em tempo: incrível acreditar que, diante do tsunami político, o prefeito ainda não sinalizou nenhuma aproximação com o governo do estado. Quem perde com isso?

Respeito mútuo
Rildo Amaral diz que fará uma oposição de responsabilidade. “O que for ruim votarei contra. O que for bom, estarei a favor”, revela.

Para o vereador do Solidariedade, “há um certo desgaste” na relação entre o prefeito Assis Ramos e seu governo com a Câmara de Vereadores, “que poderia ter sido evitado com alguns colegas, colegas que não estão mais acreditando no governo”.

Rildo, entretanto, não vê cenário de contenda. “Desde que os poderes se respeitem”, observa.

Caça às bruxas?
Estranha a exigência da Secretaria de Esporte do Município para que o Imperatriz e a Liga de Futebol “regularizem” suas situações para poderem ocupar salas no estádio Frei Epifânio.

Diz a secretária que é exigência do prefeito.

Mais burocracia
A Câmara dos Deputados analisa projeto que transfere para a capital federal, Brasília, as sedes de todas as confederações desportivas do País, amadoras e profissionais. A medida está prevista no Projeto de Lei 4973/16, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF).

O texto também veda a descentralização de qualquer departamento ou órgão da entidade para funcionar nos estados. Fraga argumenta que o objetivo é evitar favorecimentos a clubes cujas sedes coincidam com a sede da confederação. “É mais do que evidente, por exemplo, no caso do futebol, que os clubes do Rio de Janeiro vêm sendo beneficiados com decisões que afrontam a dignidade e a moralidade desportiva”, disse o deputado, referindo-se a decisões recente da Confederação Brasileira de Futebol, que tem sede naquele estado
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