Setembro Verde estimula doação de órgãos

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Para ampliar a rede de doação, captação e transplantes, a Central Estadual de Transplantes (CET), vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), intensificou as palestras nas unidades de saúde para, também, destacar o papel dos profissionais de saúde, frente aos procedimentos da doação de órgãos e tecidos. Nesta segunda-feira (5), a equipe da CET visitou o Hospital Drº Carlos Macieira, no Calhau. A ação integra a programação “Setembro Verde”, dedicado a à campanha nacional de incentivo a doação de órgãos e tecidos.

Profissionais do Hospital Dr, Carlos Macieira recebem orientações da Central de Transplantes. Foto: Francisco Campos
Profissionais do Hospital Dr, Carlos Macieira recebem orientações da Central de Transplantes. Foto: Francisco Campos
“O ‘Setembro Verde’ é uma oportunidade a mais para sensibilizar os profissionais e a população em geral em relação à importância da doação de órgãos e tecidos”, disse a enfermeira Mara Alessandra Moreira, da Central Estadual de Transplantes.

Para a técnica de enfermagem da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do HCM, Liziane Cristina Silva da Silva, quanto mais os profissionais de saúde compreenderem todo o procedimento que envolve a doação de órgãos e tecidos, maior a capacidade de executar os procedimentos necessários e sensibilizar as famílias quanto a relevância do gesto, que pode salvar vidas ou melhorar a qualidade de vida de um paciente. “A doação pode ajudar outras pessoas a viver”, destacou Liziane Silva.

Doadores

O doador de órgãos pode ser vivo ou falecido. No caso do vivo, qualquer pessoa saudável, desde que não prejudique a sua própria saúde, pode fazer a doação de um dos rins, parte do fígado ou do pulmão, e medula óssea. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, somente com autorização judicial.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), os doadores falecidos são pessoas em morte encefálica, vítimas de dano cerebral irreversível, como traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC) que podem doar órgãos e tecidos; e também pessoas que tenham falecido em situação de parada cardíaca que podem doar tecidos.

Andréa Gonçalves
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