Holandês denuncia plágio do 'Pato Skaf'

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O "Pato Skaf", presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, é um falsário. Além de copiar as ações golpistas da Fiesp em 1964, que resultaram na sombria ditadura militar, ele ainda faz plágio nas suas peças de propaganda fascista. Saiu no jornal O Globo nesta quarta-feira (30):
Hofman acusa a Fiesp de copiar sua obra Rubber Duck. Foto: Blog do Miro
O artista holandês Florentjun Hofman acusa a Fiesp de copiar sua obra Rubber Duck para criar o pato gigante inflável que é usado como símbolo da campanha contra aumento de impostos intitulada 'Não vou pagar o pato'. O holandês falou a BBC que a Fiesp transformou a obra de arte original em uma 'paródia política'. Sua equipe considerou o uso 'ilegal' e afirmou que 'infringe direitos autorais'. (O Globo)
Ainda de acordo com o jornal da famiglia Marinho, que virou um palanque de Paulo Skaf na cruzada golpista pelo impeachment de Dilma, "a obra Rubber Duck foi exposta em São Paulo em 2008 e também passou por Amsterdã, na Holanda, e Hong Kong. Segundo a BBC Brasil, a mesma empresa que produziu a obra para o holandês na ocasião fabricou os patos para a Fiesp. A Big Format Infláveis disse que não 'sabe mais se tem o projeto de Hofman'... A Fiesp negou as acusações e disse que a inspiração foram os 'patinhos de banheira'. A maior versão do boneco tem 20 metros de altura, o que equivale a um prédio de sete andares".

Caso a loucura golpista entre em declínio, seria o caso do Ministério da Justiça conferir a denúncia de plágio apresentada pelo artista holandês - inclusive cobrando os direitos autorais pela obra. Mais do que isto. Seria importante averiguar quem financia a campanha milionária dos "patos" da Fiesp. Há muito empresário sonegador e é possível que a grana destinada à ação contra os tributos seja bancada pelo Sistema S - que deriva de recursos descontados na folha de pagamento dos trabalhadores. Outra ação necessária é esclarecer quem financiou os milionários anúncios da Fiesp nos jornalões desta terça-feira. Cálculos iniciais apontam que foram gastos mais de R$ 20 milhões em publicidade. Por último, já que perguntar não ofende, quem de fato é proprietário do chamado "prédio da Fiesp", que hoje dá guarita a meia centena de fascistas que rosnam pelo impeachment de Dilma?

Altamiro Borges, Blog do Miro
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