Sebrae capacita pequenas indústrias da Construção Civil

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Samme Ribeiro

São Luís, MA. A Unidade Regional do Sebrae em São Luís reuniu esta semana com os empresários do Sindicato de Vidraçaria e Serralheria do Estado do Maranhão (Sindividro). O objetivo foi difundir os parâmetros e escopo do novo projeto da instituição, voltado para o desenvolvimento da cadeira produtiva da Construção Civil, que inicia este ano com término agendado para 2017.

O Sebrae vai reunir no novo projeto 120 pequenas indústrias da Construção Civil localizadas na Região Metropolitana de São Luís , nos municípios de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. “No antigo projeto, trabalhávamos com empresas do segmento no setor do comércio e serviços. Agora, vamos buscar o fortalecimento das pequenas indústrias para ajudá-las na gestão com vistas à competitividade e sustentabilidade no mercado”, destaca a analista do Sebrae, Marina Lavareda, responsável pela gestão do Projeto de Desenvolvimento da Cadeia da Construção Civil.

O Sebrae disponibilizará, também, ferramentas para possibilitar a participação mais articulada e efetiva dos empreendedores nos processos de inovação, com aprimoramento de processos. “No primeiro momento faremos o diagnóstico de cada empresa participante, sugerindo as soluções de capacitação para que possam ajustar as deficiências. O objetivo é ofertar informações e proporcionar trocas de experiências para que os empreendimentos estejam mais preparados para o mercado”, aponta a gestora.

“Para o empresário, que muitas vezes se torna patrão apenas com o saber fazer e sem o conhecimento da gestão do negócio, participar do projeto é de suma importância. O Sebrae sempre foi um grande parceiro, oferecendo todo o conhecimento para nos ajudar a superar as dificuldades. Esse projeto já conta com o nosso apoio”, enfatiza Luizito Oliveira, presidente do Sindicato de Vidraçaria e Serralheria do Estado do Maranhão (Sindividro).

A partir de agora, o Sebrae vai conversar com as empresas dos demais elos da Construção Civil, como metalúrgicas, pequenas construtoras, indústrias de argamassa, pré-moldados e concreto, dentre outras, para apresentar o escopo do projeto e obter adesões. Além dos empresários e dos sindicatos patronais, são parceiros do projeto a Fiema, Senai, Associação Comercial do Maranhão, Governo do Estado, empresas certificadoras, Procem.


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