Minha Casa, Meu Maranhão: prioridade aos especiais

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Aline Louise

São Luís, MA. O candidato Flávio Dino anunciou nesta segunda-feira (15) que o programa Minha Casa, Meu Maranhão vai começar pelas famílias que tenham pessoas com necessidades especiais. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Educadora do Maranhão.

O Minha Casa, Meu Maranhão será um programa do governo de Flávio para construir ou reformar 200 mil casas no Estado.

Flávio Dino é sabatinado na Rádio Educadora de São Luís
“Todos os cidadãos merecem atenção, mas as pessoas portadoras de necessidades especiais merecem uma atenção a mais. Precisamos de políticas específicas para que vivam a plenitude de direitos. Praticamente metade dos maranhenses vive em casa sem banheiro ou água. Imagine a vida de um cadeirante ou de um deficiente visual numa moradia dessa”, afirmou Flávio.

“Vamos começar o programa reforçando e requalificando a casa das famílias carentes e que tenham pessoas com deficiência em casa, para que possam viver melhor.”

Flávio lembrou que foi o autor do texto que garantiu prioridade aos portadores de necessidades especiais na lei do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O Minha Casa, Meu Maranhão vai ser parceiro desse programa federal.

Combate à corrupção trará dinheiro para obras e ações, diz Flávio Dino


Camila Rocha

O combate à corrupção vai gerar mais dinheiro e permitir fazer ações e obras para a população do Maranhão. Essa é uma das soluções apontadas pelo candidato Flávio Dino para conseguir executar as medidas de que o Estado precisa.

Em entrevista à Rádio Educadora do Maranhão, Flávio afirmou que “na hora em que diminuir os escândalos, a corrupção endêmica e desenfreada que toma conta dos negócios governamentais, vai haver recursos para fazer o que é preciso”.

Ele deu o exemplo dos pagamentos indevidos feito pelo governo do Estado à Constran, referentes a precatórios (uma espécie de dívida) de R$ 113 milhões. Outro exemplo foi a Refinaria Premium, em Bacabeira, que já consumiu R$ 2 bilhões, embora o resultado até agora seja apenas um grande buraco.

Flávio ressaltou não ser contra a refinaria, mas sim contra o modo como ela foi feita, sem seriedade e idoneidade: “Não houve planejamento, foi um factoide eleitoral. Esses R$ 2 bilhões seriam suficientes para equipar toda a rede de saúde do Maranhão inteiro. E ainda sobrariam recursos”.

Além do combate à corrupção, haverá outras fontes para ampliar as receitas do Estado. Uma delas é a maior captação de verbas junto ao governo federal. Flávio lembrou que o governo maranhense não usou, por exemplo, os recursos do Ministério da Justiça para construir presídios no Estado.

A boa e competente gestão também foi ressaltada pelo candidato como mais uma forma para reforçar o caixa do Estado, além do fim de gastos suntuosos por parte do governo.
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